Bem Vindos ao blog da Manú. Este espaço é para os amigos, papais e mamães que perderam seus anjinhos!

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Blogagem Coletiva para pedir PAZ

VEJA O POST ORIGINAL NO BLOG "ESTAMOS JUNTOS, É O QUE IMPORTA..." DA AMIGA ROBERTA.

A amiga Roberta, do Blog "Estamos juntos, é o que importa..." está com uma iniciativa linda de fazer uma blogagem coletiva em favor da PAZ.
Estamos vivendo um uma sociedade na qual a violência está tomando conta de tudo, e não é em um mundo desses que queremos que nossos futuros e/ou atuais filhos vivam, não é mesmo?!

A internet é um meio que só faz crescer e atinge pessoas por todo o mundo, e através dela iremos tentar passar nossa mensagem, nosso incentivo em favor desta causa que, acredito, todos querem ter, que é a paz. 

De inicio precisamos desenvolver algum "selinho" para a causa. Então se houver alguma pessoa que possa se habilitar a fazer, estaremos agradecidas! Outra coisa importante é o nome... quem tiver sugestões estejam à vontade para dizer.  A amiga Roberta sugeriu o nome "ESTAMOS JUNTOS E QUEREMOS PAZ!"

Quem quiser aderir a esta causa, sejam bem vindos! E todas as sugestões podem ser feitas através do blog da Roberta, no link acima desta postagem.

Um grande beijo pra todos e que a PAZ reine por todo o mundo!

Aprender a recomeçar!

Texto retirado do Blog "Confissões a queima roupa"


Um recomeço é muito mais difícil do que um simples começo... Um recomeço presupõe que já existiu uma perda, um começo que falhou, uma esperança que acabou. 

Quando começamos algo, que em nada é idêntico a algo que já fizemos, é um salto para a descoberta, para um mundo novo, cheio de momentos inesperados, sendo estes bons ou maus. Mas quando se recomeça algo, já tivemos de nos construir novamente, tivemos de tornar a ser nós mesmos, buscar a nossa essência perdida, e isso é tão difícil... 

Quantas vezes não me reconheci em atitudes, gestos e palavras? Quantas vezes julguei ser aquilo que não era? Quantas vezes fiz aquilo que tanto condenava? E isso acontecia porque me tinha perdido, e como se isso não bastasse não tinha consciência do que estava a acontecer comigo, e quando isso acontece é difícil recuperar, é difícil recomeçar. 

Mas há um dia em que nos levantamos da cama e percebemos que as coisas tem de mudar, tem de levar um outro rumo, e ai sim, quando isto acontece, estamos prontos para a mudança, para o recomeço, para nos encontrar-mos e voltamos a ser o que fomos outrora... E quando nos aperceber-mos disto vai doer, vamos sofrer, vamos tentar desistir, e é nessas alturas que aqueles que nos rodeiam nos dão esperança renovada, que nos fazem acreditar que aquilo que fomos ainda existe dentro de nós e que ainda é possível essa recuperação. 

E é ai que estamos prontos a recomeçar... Porque a vida não é feita só de começos, é feita de muitos recomeços, e por isso mesmo não é fácil... A vida só é facil para os tolos, que não têm noção da realidade a sua volta e nós não queremos ser nenhuns tolos... Então como ainda não temos a certeza de quantas vidas existem, vamos recomeçar nesta, que pelo menos temos a certeza que é nossa! 
E, então vamos recomeçar um bocadinho todos os dias, até chegar o dia em que nos levantamos da cama e pensamos: hoje sinto-me renovada, recomecei a viver porque me encontrei, porque sei o que sou, e porque percebi porque vale a pena viver!

Luto pelas crianças e familiares da tragédia do Rio de Janeiro - 07/04/2011


É com muita tristeza e com um imenso nó na garganta que venho prestar minhas condolências e meus sentimentos à todos os familiares das vítimas da tragédia que ocorreu nesta quinta feira, no Rio de Janeiro. Não só as vitimas como também aos que foram feridos e que graças a Deus conseguiram escapar daquele monstro que ousou tirar a vida de crianças inocentes.

Crianças estas que estavam num lugar onde todos nós achamos que está imune a esse tipo de violência, mas que infelizmente foi provado que nada nem ninguém está imune a uma mente insana, como a deste monstro. Cito monstro porque pra mim este ser não pode ser considerado um ser humano, pois não tem coração! Não me importa o que o levou a fazer esta barbaridade, mas nada... nada justifica tirar a vida de ninguém, muito menos a de crianças! E o pior de tudo é o que ele escreveu em uma carta falando de pureza, de castidade, e pedindo que orem por ele para ser perdoado pelo que fez!... É um monstro.

Hoje, o Brasil está de luto e chora por todas estas crianças que tiveram suas vidas brutalmente interrompidas e se solidarizam com todos seus familiares que, assim como nós mães de anjos, nunca iremos saber o porque tudo isso aconteceu!

O céu está triste, nossos anjos que brilham lá em cima hoje perderam seu brilho. Oremos muito por essas almas para que tenham paz, para que façam sua passagem sem dor e que principalmente, seus familiares possam ter muita força para passar por esse momento de profunda tristeza!

Que Deus, mais do que nunca, possa dar suporte à todos e que guie e ilumine o caminho de todas essas crianças! E que Deus me perdoe, pois eu não sou capaz de perdoar uma pessoa como esta, chamada Wellington Menezes de Oliveira.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

A morte e a saudade

O texto abaixo é de autoria de Drª Teresa Paula Marques - Retirado do Blog Sapo "Mulher"


É um texto longo, porém muito sábio! Sublinhei algumas frases que achei interessantes... espero que gostem!
Não há maior dor que a dor da perda e, por muito que queiramos, não existem airbags emocionais que nos protejam dela

Ao falar na morte, falamos inevitavelmente na saudade que sentimos de alguém que partiu. As horas parecem dias, os dias parecem semanas e, subitamente, ao olharmos para o calendário, constatamos que se passaram longos anos. Manteve-se inalterável a lembrança do perfume, do gesto, do sorriso.

O tempo não apaga, mas aconchega a dor. Arranja-lhe um cantinho ao fundo do peito. E, nesse cantinho, a recordação permanece viva, iluminada, até ao fim da nossa vida.

De vez em quando, tem que se arranjar mais espaço para que consigam acomodar outras dores. Desarruma-se tudo, volta-se a mexer em todo o passado que se esconde na recordação de um desgosto vivido, de uma perda sofrida. A morte unifica-nos. Perante ela sentimo-nos, de fato, infinitamente pequenos e tudo se relativiza. Que interessam os problemas profissionais? Que importa não podermos ir ao Brasil no final do ano?

O que separa a vida da morte, não passa de uma frágil linha que a todo o momento ameaça quebrar-se. Felizmente, é raro pensarmos na nossa própria morte. Quando sucede é porque sofremos a perda de alguém e esse fato acorda-nos a angústia. Por isso vivemos o dia-a-dia como se fossemos imortais, como se nada nos pudesse acontecer. Conduzimos sob efeito de álcool, negligenciamos campanhas que pretendem ser assustadoras, porque nada disso nos toca, só acontece aos outros.

Atiramos para longe essa realidade, mas o efeito boomerang faz com que um dia sejamos esmagados por ela. Creio que não existe maior dor que a da perda. Por muito que queiramos arranjar airbags emocionais, face à perda o único caminho é viver o luto. Entristecemo-nos, choramos, achamos que a vida perdeu todo o sentido. Cada pessoa vive a morte à sua maneira, sendo que a dor não tem, na sua essência, grandes diferenças.

A manifestação da dor é que difere, sendo que o sofrimento silencioso pode ser mais penoso já que socialmente é mais aceitável que a pessoa expanda a sua dor de um modo visível. Quantas vezes ouvimos dizer coisas dos gênero “coitada como ela chorava, via-se mesmo que gostava muito dele”... como se a dor se medisse em lágrimas!

A dor pode ser vivida no silêncio, como algo só nosso que não queiramos partilhar com mais ninguém. Outras pessoas, perante a notícia da morte de outros (sobretudo quando falamos de alguém muito próximo como filhos ou pais) dizem “eu não aguentava” como se, de algum modo, apontassem o dedo a todos aqueles que perante essas perdas conseguiram levantar arranjar força para continuar a viver. Costumo perguntar-lhes que alternativa teriam, certa que um ser humano aguenta a maior parte dos sofrimentos, sobrevive à maiores agruras que a vida lhe reserva.

Claro que alguns desistem, ficam pelo caminho porque entram num processo de luto patológico, ou de autodestruição, porque a sua estrutura psicológica não era suficientemente equilibrada. Mas essas são as exceções, não a regra. Certo é que um dia a ferida transforma-se em cicatriz. Aprendemos a conviver com a dor. Voltamos a conseguir sorrir e, com freqüência, passamos a dar mais valor às pequenas coisas.

Pensamos com carinho nos amigos que nos ajudaram a ultrapassar os momentos difíceis. Espantamo-nos com a frieza de alguns que considerávamos próximos e com a delicadeza de outros que nem sequer pensávamos poder contar. A morte tem destas coisas. A realidade dá-nos uma estalada e, das duas uma, ou nos tornamos mais fortes apesar das cicatrizes emocionais, ou sucumbimos perante ela. Não existe terceira hipótese.


terça-feira, 5 de abril de 2011

Oração: Ave Maria

Achei muito oportuno postar abaixo a Oração da Ave Maria, pois Maria, que é Mãe de todos nós, mais do que ninguém sofreu pela morte de seu filho, seu único filho que foi morto, foi crucificado... Ela também é mãe de um anjo... um anjo chamado JESUS!






Que assim como Maria, nós possamos ter muita força e sempre fazer o bem! Mesmo com as adversidades que acontecem em nossas vidas, precisamos sempre ter muita fé em Deus, e acreditar que tudo vai dar certo! Nossos anjos sempre farão falta, mas nossa dor não pode ser maior que nosso amor!
Deus abençoe a todos!