Bem Vindos ao blog da Manú. Este espaço é para os amigos, papais e mamães que perderam seus anjinhos!

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Ana Luisa... minha bailarina!

Hoje faz 2 meses que minha bailarina, minha princesa amada foi morar no céu!

Ana Luisa, minha sobrinha, esteve conosco por 1 ano e 2 meses, mas Deus achou por melhor tê-la com ele, em seu jardim de anjos.


A dor, a saudade, a tristeza aina é muito recente em nossas vidas. Não é fácil perder alguém, não é fácil perder um filho, um sobrinho (a). 

Eu nunca achei que pudesse passar por outra perda como essa, como passei pela perda da minha Manu, mas infelizmente a vida tratou de nos dar mais essa rasteira...

Peço a Deus muita força pra todos nós poder superar tudo isso, principalmente à minha irmã, meu cunhado e minha sobrinha, irmã da Aninha... 
Não será fácil, não será rápido... mas tenho fé que eles ficarão bem! Agora com nossas duas anjinhas, Manu e Aninha, lá de cima olhando por nós!

Sinto muito sua falta, meu bombonzinho, minha princesa, minha bailarina amada. Te amaremos eternamente... 



terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Força... Sempre! 👊👏💋


A Inexorável Dor da Perda de um Filho

Ela, mãe, está sofrendo. Ele, pai, está sofrendo. Acabam de perder um filho para a mais forte de todas as guerras: a inexorável passagem para o outro plano. Seu filho amado está indo embora! – uma viagem às pressas, inesperada, sem tempo para dizer adeus. Um jovem com todas as alegrias e sonhos da sua idade e do seu tempo.

Seríamos realmente capazes de imaginarmos a dor desses pais? Sentirmos o tamanho desse luto? Demais para ser suportado. Imensamente. Uma dor que não tem nome e dói só de pensar. Falta o ar. Consome o equilíbrio. Falta chão. Sucumbe-se às lágrimas. Uma dor que não seca, mas faz murcharem as forças, rouba os sonhos, dilacera a alma. Interrompe a esperança, invade nossas entranhas e leva uma parte de nós – a vida perde um pouco a suas cores.... 

Não é fácil aceitarmos a inversão da ordem natural no ciclo da vida. Não estamos nunca prontos, não queremos enterrar um filho. Quando a natureza não cumpre o ciclo como deveria é dolorosamente terrível e assombra. 

– uma separação consumada fisicamente, mas que jamais conseguirá romper com os laços... não há substituições, filho é filho e ponto. 

Impossível medir a dimensão da dor da perda de um filho. Não conseguimos mensurá-la, é uma dor única, intensa, egoísta e gigante. A perda de um filho é ferida que não cicatriza, é pra toda a vida – essa dor terá momentos que se converterá em saudade, mas nunca será menor. Os pais ficam perdidos na sua dor, um vazio inconsolável, um lamento interminável. Que ninguém se atreva estancar essa sangria no coração de uma mãe e de um pai... O choro é demasiadamente solitário e triste – não se decifra um amor que transborda em lágrimas. 

Não encontro consolo. Não há nada que possa arrancar esse tormento que estraçalha o peito dessa família. E nesse momento, não posso e não devo - hoje as lágrimas têm e devem cair. Tem que ser assim. 

Hoje a dor é dessa mãe e desse pai. Amanhã ou depois, quem sabe a serenidade venha bater às suas portas. 

Que a resiliência seja. Que encontrem a habilidade de persistirem nos momentos difíceis quando a saudade doer - e ela dói, vai e volta, e continuará a doer... Mas, será preciso continuar, lamentavelmente, essa é uma das mais tristes regras que nos são impostas: - sobrevivermos com a ausência física daqueles que muito significaram à nossa continuidade, à nossa existência. Que o tempo faça o que é dele fazer - leve um dia a dor embora e deixe apenas a saudade terna e mansa. 

*texto retirado do site "PENSADOR", escrito por Lucia Irene Reali Lemos*

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Contagem regressiva...

Faltam 25 dias para o fim de 2016. Para mim, esse ano já poderia ter acabado há mais tempo!

Eu sempre achei que 2010 seria o ano mais difícil pra mim, após engravidar e perder minha anjinha MANUELA. Mas a gente nunca sabe o dia de amanhã, não é mesmo?

Sei que sempre haverá dias bons e dias ruins, isso é inevitável, mas de 2010 pra cá foram muitas perdas, e isso causa muito sofrimento! 
Houve também as coisas boas, com certeza... como o nascimento do meu príncipe DANILO, que logo fará 2 anos, graças a Deus.

Esse ano, em especial, minha família teve 3 perdas no decorrer dele, fora todas as outras perdas que já tivemos. E a ultima perda, como já disse aqui, da minha sobrinha ANA LUISA, que se tornou mais uma anjinha do Senhor! Que nos trouxe ainda mais sofrimento e tristeza. Sem contar todos os acontecimentos no mundo, no Brasil... 

Particularmente, esse ano poderia já ter se encerrado. 
2016 entrará pra historia como o pior ano que já tive, empatando com 2010, claro.

Meu desejo é que o próximo ano possa nos trazer um pouco mais de alegria, de paz, de esperança! Todos precisamos disso, mais do que nunca.

Que 2017 traga boas novas, boas noticias, boas vibrações. Que novas janelas e portas se abram, que outras oportunidades apareçam, que a vida sorria mais, para todos nós!

Acaba logo 2016... tenho medo do que esses 25 dias ainda pode trazer. 😕